mulher.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Meu livro - DEUS NA ROTA DE DAMARIS



AGRADECIMENTO
       A Deus, o verdadeiro responsável pela minha volta ao Brasil, pela guarda da minha vida, e que esteve comigo nas horas tristes, nas horas felizes e até nas horas de quase desistência.
     Ao Ministro e depois Presidente da República Fernando Henrique Cardoso, e ao Presidente Itamar Franco (in memória), que através do Itamaraty e da Embaixada brasileira em Istambul,  me apoiaram.
        Ao governo e à justiça turca, que tiveram retidão ao me julgar.
 À Embaixada brasileira, nas pessoas do Dr. Ernesto (Embaixador), da Drª Ivone, Conselheira da Embaixada brasileira em Ankara, e ao Dr. Sílvio, Cônsul do Brasil em Istambul.
Ao Dr. Selim, meu advogado.
À toda a imprensa brasileira por ter noticiado a minha história, em especial à Rede Globo, que enviou a repórter Glória Maria para me entrevistar na Embaixada brasileira em Ankara, e acompanhar meu julgamento em Istambul, e  em seguida divulgar, no Fantástico e no Jornal Nacional, minha história e o risco que eu corria de ser condenada à pena de morte.
Aos meus pais, pastor Joel Lisboa de Souza e Maria Gomes de Souza, que apesar da distância foram tão presentes.
Aos meus irmãos (Léo, Miriã, Eliane, Leandra e Joelma) e suas respectivas famílias, pelo apoio. A todos os meus parentes que confiaram na minha honestidade e ficaram do meu lado.
A todas as igrejas que oraram incessantemente por mim, e aos irmãos que atualmente continuam a orar.
Quero agradecer também a todos os que me ajudaram na primeira edição deste livro, Marcelo e Pr. Edmundo Félix, e a todos os que me ajudaram nesta segunda edição.
A Nadja que o digitou. Ao Sanderson que o diagramou e presenteou-me com esta belíssima capa. Ao meu marido Jefferson Magno Costa que o reescreveu, revisou, orientou-me e me conduziu tão sabiamente pelo caminho e em busca das providências para esta nova edição (sem você este projeto não seria possível; obrigada, meu amor!).
A todos o meu muito obrigado, e que Deus os abençoe hoje e sempre.
 “O Senhor te abençoe e te guarde” (Números 6.24)

Damaris Lisboa Gomes Costa



DEDICATÓRIA

      Ao meu filho amado, Wesley, nora Laís,
neto Miguel, neta Sophie, neto Arthur.
        À minha filha amada, Jordânia, meu genro Sandro Miguel e minha neta Nicole.

São os filhos que Deus me deu. “Então Israel disse: Traga-os aqui para que eu os abençoe" (Gênesis 48.8).
 

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Meu livro - Minha História




À medida que a cidade ia sumindo entre as nuvens, olhei em volta de onde estava assentada e, fitando alguns rostos impassíveis, ima­ginei que cada um tinha uma história, cada ruga, cada expressão escon­dia, com certeza, dias felizes ou tristes, ensolarados ou sombrios. Enquan­to pensava nas possíveis histórias daquelas pessoas, mergulhei na minha própria, que começou, como tantas outras, num dia comum de trabalho há dois anos no Brasil.
  Casamento fora dos propósitos de Deus 
       Naquela época eu não vivia, apenas sobrevivia, Tinha dois filhos que precisavam de mim, um marido eternamente desempregado, e um trabalho do qual não gostava. Era uma jovem casada, preocupada com a vida difícil que levávamos com o futuro incerto e o descaso do marido.
     Desde o início do meu casamento que minha comunhão com Deus tinha fracassado. Devido ao pouco caso que o meu marido fazia dos assuntos relacionados a Deus, eu não consegui mais ficar na presença do Senhor, parei de ir à igreja e passei a viver apenas para o casamento e para os filhos.
     Nesse período fui à igreja onde meu pai era pastor apenas para apresentar meus filhos quando eles nasceram. Dentro de um casamento onde a única bênção de Deus eram meus dois filhos, eu vivia estressada e obrigada a trabalhar em lugares que eu não gostava nem aprovava, mas ia para agradar o marido e ajudá-lo a alcançar seus objetivos. Aos poucos fui percebendo que esses objetivos eram apenas seu bem estar pessoal e não incluía o bem estar da família. Eu fui suportando esse tipo de vida e trabalhando assim mesmo, porque não queria tornar a passar pelas dificuldades psicológicas que tinha vivido antes de aceitar esse trabalho ao qual ele me obrigava, dificuldades essas que me levaram à depressões intermináveis. Certa noite nesse trabalho, durante o meu horário de café, sentei numa cadeira do jardim e olhei para o céu. Parecia que alguém havia limpado naquela noite o céu de São Paulo, pois ele estava lindo, limpo e muito estrelado. Olhando encantada para o brilho das estrelas, fiz um pedido a Deus.
Damaris Lisboa