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domingo, 28 de junho de 2026

Você mora na única casa que nunca poderá abandonar




Você já percebeu quanto tempo dedica para cuidar das coisas que possui?

Limpamos a casa.
Lavamos o carro.
Protegemos o celular com capas resistentes.
Fazemos manutenção em tudo aquilo que consideramos importante.

Mas existe uma casa que estará com você do primeiro ao último dia da sua vida.

E, infelizmente, é justamente ela que muitas mulheres aprendem a ignorar.

Vivemos correndo.

Dormimos pouco.
Comemos às pressas.
Aceitamos o cansaço como se fosse normal.
Olhamos para o espelho procurando defeitos em vez de enxergar a mulher que Deus criou.

Aos poucos, deixamos de morar em nós mesmas.

Sobrevivemos.

Mas deixamos de viver.

Talvez seja por isso que tantas mulheres se sintam cansadas mesmo quando tudo parece estar bem.

Porque ninguém consegue florescer quando vive em guerra com a própria casa.

Seu corpo não é apenas um conjunto de músculos, ossos e pele.

Ele guarda a sua história.

Cada sorriso.
Cada lágrima.
Cada cicatriz.
Cada abraço.
Cada vitória.

Ele é o lugar onde Deus permitiu que sua vida acontecesse.

E merece ser tratado com amor, respeito e gratidão.

Foi dessa reflexão que nasceu o livro Meu Corpo, Minha Casa.

Um convite para reconstruir a relação mais importante da sua vida: aquela que você tem consigo mesma.

Talvez hoje seja um bom dia para olhar no espelho e, pela primeira vez em muito tempo, enxergar não uma lista de imperfeições, mas uma mulher que merece cuidado, descanso, respeito e amor.

Porque antes de transformar o mundo à sua volta, é preciso aprender a habitar, com paz, a única casa que será sua para sempre.

🌷 Se esta mensagem falou ao seu coração, compartilhe-a.

Você nunca saberá quantas mulheres podem estar precisando exatamente destas palavras hoje.

Com carinho,

Sublime Mulher

Damaris Lisboa

Fé que Abraça, Amor que Transforma

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Mãe e filha: um amor que atravessa o tempo

 

Existem relacionamentos que acompanham apenas uma fase da vida.

E existem aqueles que atravessam décadas.

O vínculo entre mãe e filha pertence a essa segunda categoria.

Ele começa antes mesmo do nascimento.

Cresce nos primeiros passos.
Nos primeiros medos.
Nas primeiras descobertas.

Depois muda de forma.

A menina cresce.

A mãe amadurece.

E ambas precisam aprender novamente a se encontrar.

Nem sempre é fácil.

Há momentos de proximidade.

Há momentos de silêncio.

Há momentos em que as diferenças parecem maiores do que o amor.

Mas o tempo costuma ensinar uma lição preciosa:

O amor verdadeiro permanece.

Muitas filhas só compreendem certos gestos da mãe quando se tornam mulheres.

Muitas mães descobrem que suas filhas não precisam apenas de conselhos, mas também de escuta, respeito e amizade.

Relacionamentos perfeitos não existem.

Mas relacionamentos cultivados florescem.

Uma conversa sincera.
Um abraço inesperado.
Uma palavra de perdão.

Pequenos gestos têm o poder de reconstruir pontes que pareciam perdidas.

Talvez seja por isso que a relação entre mãe e filha seja tão especial.

Porque ela não é construída apenas pelo sangue.

Ela é construída diariamente pelo amor.

E quando o amor permanece, mesmo depois das tempestades, ele se transforma em uma das mais belas histórias que uma família pode viver.

Por Damaris Lisboa

Fé que Abraça, Amor que Transforma

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